Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

Pára de chorar, pára de sorrir!

 

 

 

 


publicado por Filipa às 15:43
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Horóscopo

Previsões para 2011-Touro:

 

Os nativos deste signo serão abençoados de uma luz pragmática que os fará agir de acordo com os seus interesses. Aqueles que pertencem a este signo são românticos, e isso repara-se nas suas formas de viver e vivenciar acontecimentos. Confiáveis, leais e úteis podem tornar-se possessivos. A vida no trabalho irá correr bem, todos os esforços serão recompensados. Estarão muito bem acompanhados tanto do amor, quanto da família e dos amigos. Quem sabe a saúde e os excessos é que compliquem um bocadinho…

 

Amor: Como é que um nativo de Touro pode ser romântico se não tem romance? Bem, ele que o arranje. As cartas estão tiradas, os astros estão interpretados e os búzios deitados, agora o trabalho é todo dele. Ele que arranje um romance, para eventualmente fazer jus a todos os sites esotéricos que confirmam: as pessoas do signo Touro são românticas. Se o caso for grave, Júpiter encarregar-se-á de lhe enviar energias muito fortes para abrir melhor os olhos (trata-se do planeta mais prestável de toda a Via Láctea, sucedeu Plutão que foi despromovido por não preencher os requisitos mínimos exigidos, por alguém convenientemente competente). Se abrir melhor os olhos, terá romance. E não se esqueçam, nativos de Touro, haverá uma ou várias luzes enviadas por outro qualquer planeta, com certeza ainda não despromovido, que vos indicará as pessoas certas correspondentes aos vossos interesses. Se o interesse está numa pessoa suficientemente lúcida que esteja relativamente informada sobre momentos de inércia, certamente que essa luz lhe irá mostrar a pessoa certa para si. Se em vez disso, precisar de um abraço, talvez Júpiter não adira à greve geral e lhe ofereça um ordinário “free hug”. Tudo depende do alinhamento dos planetas e de Plutão. No entanto, nunca se esqueça, os astros estão consigo.

 

Quando o caso além de parecer, for mais grave, tranquilize, ainda existem soluções:

1.       Passeie com os olhos bem abertos, nunca se esqueça de Júpiter.

2.       Vá a Itália!

3.       Faça uma lista, organizada em prós e contras, pese-os, e se mesmo assim continuar indeciso, avalie a sua idade.

4.       Se tiver que recorrer à quarta opção, passe a confiar em Marte, talvez seja este o planeta da sua vida!

 

Trabalho: A vida no trabalho irá correr bem. Analisando a realidade, se não tiver trabalho, talvez comece a receber o subsídio de desemprego, ou talvez se Saturno alinhar com Marte o Pingo Doce ponha em promoção os detergentes, não é um alimento básico, mas certamente será uma ajuda.

 

Se na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro estrear umas cuecas amarelas (de amarelo canário) talvez terá um bocadinho mais folgado em relação ao dinheiro, no entanto, se o amarelo não for bem escolhido, Saturno saberá certamente o que fazer, nunca se preocupe! Pois o que é importante nestes tempos que decorrem é sorrir, levar as coisas o mais levianamente possível, sem tirar, é claro, os pés de um qualquer sítio onde os tenha. Sorria com o fígado! Se for funcionário público e distraído, e só repare que está a receber menos duzentos euros em Julho de 2011, sorria, se aumentarem o IVA, sorria, se não tiver dinheiro para pagar a renda da casa, sorria, e se mais uma vez estiver “á rasquinha”, lembre-se, sorria; irá com certeza ajudar. Evitará preocupações se estiver sempre presente que a saúde é o mais importante, isto é, se a tiver. Sorria e o karma talvez lhe agradeça numa outra vida.

 

Saúde: Quem sabe a saúde e os excessos compliquem um bocadinho. Modere preocupações, receios e desesperos. Modere o stress, modere os vícios, modere as depressões, não se esconda no álcool, modere qualquer coisa que funcione como o tabaco, modere os gastos… Modere essencialmente a ansiedade, e quando de repente lhe apetecer comer algo como se não houvesse nem amanhã nem depois de amanhã, tente controlar-se, para além dos excessos na carteira, pode ser que tenha que comprar um espelho maior, e isso traria ainda mais arrelias. Se por outro lado gosta de se refugiar nos excessos do sexo, lembre-se que Vénus estará sempre consigo e nunca lhe negará um bom orgasmo. Porém, se por falta de romance a cartilagem dos seus joelhos estiver atrofiada, nunca se esqueça, Júpiter poderá não ser tão seu amigo como desejaria, mas Vénus encarregar-se-á, com toda a certeza, de lhe indicar o caminho para a sex shop mais próxima, e assim, mostrar-lhe as novas tecnologias dos Amor, porque, no fim de contas, o que interessa é a sua saúde e a dos seus joelhos.

 

Se a depressão/esgotamento lhe bater á porta mostre-lhe que não tem dinheiro para a curar, pode ser que “dê meia volta”. Quando estiver à beira de um ataque de nervos, grite, solte-se, não modere nada, parta os pratos e os copos, bata em alguém se for preciso, desrespeite a autoridade e vá preso. Intensifique a sua vida e inunde-a de adrenalina, vai ver que a sua saúde melhorará exponencialmente. Despreze as consequências, que Mercúrio arranjar-lhe-á um bom advogado!


publicado por Filipa às 15:37
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Conflitos

As pessoas são diferentes, têm educações diferentes, valores diferentes ou mesmo poucos valores, interesses e maneiras de pensar completamente diferentes! Sou a favor da discussão, da troca de ideias e considero os conflitos um meio de aprendizagem e crescimento a todos os níveis. Até aí eu já sabia, o que não sabia é que a opinião que nós temos de uma pessoa pode mudar bruscamente só e apenas com uma única atitude, por três palavras ou até bem menos!

 

Cada vez dou mais valor á lealdade, porque cada vez mais noto que é um assunto cada vez mais sério e desvalorizado. Irritam-me aquelas pessoas que não são leais a si mesmas, que mudam ao sabor do vento, mudam o seu pensamento de discurso para discurso, e pior, de pessoa para pessoa. Para X interessa dizer X+Y e para Y, Y+2X, de manhã é verde, á tarde é branco e se realmente de interesses se tratarem, então a panóplia de cores aumenta exponencialmente. Enfim, sorte a delas! Pois existe muito boa gente que gostava de ser igualmente camaleónica. Não é! Não perde por isso, pelo menos do meu ponto de vista honesto.

 

As pessoas cuja falta de lealdade lhes faz muita falta, podem ter duas conclusões linearmente independentes, ou se dão com pessoas que, como se costuma dizer, ouvem e calam e acabam por se ir afastando, reconhecendo que definitivamente não partilham interesses valorizados, ou se dão bastante mal porque bateram de caras com as intrigas, e esse sim, é um mix explosivo!

 

Bom bom, no meu ponto de vista seria não ter de encontrar pessoas desleais com elas e com os outros. Evitariam se muitos conflitos, porque existem alguns que me deixam literalmente maldisposta, agoniada e afins.


publicado por Filipa às 17:45
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Fecha os olhos...

Esta canção é tão fofa :)

 


publicado por Filipa às 22:52
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

:)

Let’s make some music, make some love…


publicado por Filipa às 23:38
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

Homens e Mulheres

Homem – nome que se dá ao ser humano do sexo masculino, animal bípede da ordem dos primatas pertencente à subespécie Homo sapiens.

Mulher – nome que se dá ao ser humano do sexo feminino.

 

Aqui em cima, ou cientificamente, parece tudo muito mais simples, muito mais descodificado e tudo está preto no branco. Mas será esta a grande diferença? Serão mesmo os homens todos iguais? E neste caso, terão todas as mulheres as mesmas dúvidas, receios, e maneiras de pensar em relação a “Eles”?

 

Ora aqui está tema de controvérsia de muitos e muitos anos, desde Adão e Eva, desde sempre!

 

Porque razão se torna tão difícil aos homens rejeitarem o olhar que se impõe sobre o corpo bem feito de uma mulher? Na conversa com dois amigos, percebi que existem dois tipos de mulheres, as para foder e as para namorar/casar/juntar, aquilo que implique seriedade. Segundo eles, isso percebe-se ao longe, e eles imprimem-lhes um rótulo, sem sequer serem preciso grandes conversas.

 

Eu sei que avaliar e generalizar os homens por esta conversa não está correcto nem é justo. Por isso, continuei a minha pesquisa e consequentemente o meu pensamento, como espécie feminina.

 

As pessoas são diferentes, independentemente de terem o mesmo sexo. Acredito, sem qualquer ingenuidade, que as mulheres também pensam como os homens, em muitos momentos, e acredito e sei que também elas pensam, um dia, nas relações só e apenas com interesses carnais, sem mais nenhum objectivo e afastando tudo o que são afectividades. Sei, que no que toca a necessidades, as mulheres têm exactamente as mesmas que os homens, talvez mais oprimidas, um dia, talvez mais acanhadas, outro, no entanto, não menos necessitadas, não menos carenciadas, de tudo a que o ser humano experiencia. Há quem defenda, que embora ambas as partes necessitem de sentimentos (amor, carinho, etc.), as mulheres têm-nas muito mais. Talvez seja opinião feminista, ou talvez seja só a minha, mas não concordo nada! As necessidades de cada um, nada têm a ver com os sexos, têm a ver com as suas vidas, as suas personalidades, as suas educações, as suas culturas, os seus corações, mas nunca com os seus sexos. Além disso, considero as mulheres muito mais independentes, em quase todos os aspectos. E amor, por muito que digam que não, é também depender. É precisar no outro, qualquer coisa que nunca se chega a perceber o que é.

 

Mas e sexo? Será o sexo tão bom como quando é feito com paixão? Será que os homens concordam que pode ser igualmente bom? Na minha conversa desta tarde, cheguei á conclusão, a custo, que pelo menos aqueles dois homens concordavam com o meu pensamento. Que duas coisas boas são melhores que uma, que paixão também é importante e é mesmo diferente quando se empurra uma pessoa contra as caixas do correio de um prédio na pressa de a ter, não só porque o corpo nos atrai (que isso também é importante), mas também porque a mente nos atrai (sem muitas vezes a sabermos) ou porque simplesmente já lhe conhecemos o corpo de tanto e tantas vezes o querer e o ter sem o tocar.

 

O “pensamento masculino” nem sempre é aquele que, nós, mulheres interpretamos, nem sempre o pensamento derrotista de “são todos iguais…” está correcto. Porque não há nem homens, nem mulheres, nem pessoas análogas. Às vezes surpreendem-nos, só pelo facto de os entendermos um bocadinho, talvez nos identifiquemos nalguma ocasião, em alguma coisa. Este pensamento surpreendeu-me: “Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos. Nem sei – ou quando sei já é tarde demais – se gostam de mim e se isso acontece, não chego a saber o que possa querer dizer. Há muitas maneiras de gostar, é verdade. Quando se gosta de um casaco é ele que o trazemos mais vezes. Com as mulheres é diferente. O que importa, acho eu, não é nem o que elas dizem nem o que elas fazem, mas o que elas não dizem e pensam fazer. É preciso adivinhar, e eu sou muito mau a adivinhar.” (Pedro Paixão)

 

As pessoas fogem umas das outras e deixam vazio, fogem porque não gostam, porque não é o que querem, porque é bom estar mas também é bom não estar, ou porque gostam demasiado. As relações são complicadas, os laços são complexos. E às vezes, o que se quer vai completamente contra o que se sente e mesmo contra o que se pode. Às vezes, as nossas atitudes são o contrário do que na simplicidade deviam ser, e nem os outros as percebem, nem nós. E noutros momentos, em que tudo parece tão simples, nada tem de parecido com a realidade, noutros onde o calor nos arde e depois ele mesmo nos gela.

 

Aí, carinho, amor, sexo, paixão, é tudo igual. Tem tudo o mesmo aspecto fugaz e eterno, o mesmo prazer e amargura, a mesma alegria e dor. E se mesmo assim continuamos a não perceber o que realmente o sexo oposto quer, sente e pensa, é melhor condenarmo-nos ao facto de que fatalmente é tudo melhor às escuras.

 


publicado por Filipa às 23:59
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Terça-feira, 6 de Julho de 2010

Tormentas

Odeio este calor insuportável. Odeio ter que dividir o meu dia entre livros, água, banhos e cafés. Odeio conversas sobre o tempo, aniversários de faz de conta, coisas falsas e de circunstância. Odeio o Instituto Superior Técnico, e gostava que isso ficasse intensamente referido. Odeio pessoas insuladas, quando eu ando pálida por não sair de casa. Odeio tempo inútil e insónias, devido ao calor. Odeio não ter posições de estar, e já nem estudar no chão me traz paciência e concentração. Não gosto de pessoas que não abrem o jogo, ou simplesmente noticiam game over antes de qualquer jogada. Não gosto desta preocupação com os exames e muito menos do paradoxo entre querer que o tempo passe devagar e querer que passe a voar. Odeio não ter silêncio, nem às três da madrugada para fumar um cigarro á janela. E odeio melgas que me vão comendo entretanto. Odeio estar constantemente peganhosa. Odeio dar de caras com a realidade. Odeio pessoas sem imaginação e pessoas cuja imaginação vai para lá da loucura. Odeio não perceber a vida, as coisas, as pessoas, as circunstâncias, as coincidências e as ironias. Odeio quando nada é como eu quero e odeio crises existenciais provocadas pelos neurónios guisados não sei se do estudo, se do calor. Odeio o mês de Julho. Odeio ter crescido. Odeio pessoas mentirosas e calma. Odeio ter que repetir esta palavra, mas é a que mais frequentemente me ocorre.


publicado por Filipa às 22:51
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Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

The way

“The way you look tonight…” is everything I heard to his mouth. And in that moment I am certainly sure about the way I guide my life. I don’t even care if those words are the last. Actually I just care about the simplicity of his words, in that night…


publicado por Filipa às 00:13
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Domingo, 27 de Junho de 2010

Amanhã

Amanhã, lá, onde se projecta o futuro. Onde a certeza se transforma em névoa e nada sobre o hoje se sabe, nem sobre o sempre. Onde as incógnitas são habitantes e a ignorância é o conforto que as acomoda. Lá, não sabem bem onde, vivem mulheres…

 

Mulheres que o excesso de remédios transformara em sonâmbulas infantas defuntas, convulsionadas pelos escoriais dos seus fantasmas, sem qualquer bússola, sem qualquer direcção e pior, sem nenhum, absolutamente nenhum exemplo a seguir. Poderia ser a salvação delas, como acontece em muitas sociedades, mas nesta não havia salvação possível.

 

(Mas não haver salvação não é assim tão preocupante, a Humanidade perdida não é sinónimo de Fim do Mundo.)

 

E enquanto tudo, um escudo continua a ser um escudo e aparências continuam a ser necessárias.

 

Aos sábados, os salões de cabeleireiro abarrotavam. Os mesmos habitados de baratas, propunham às donas de casa em mal de imaginação soluções capilares imprevistas, a que retrosarias poeirentas dariam o toque final de soutiens de renda, mosquiteiros torácicos capazes de rejuvenescerem de erecções formidáveis vinte e cinco anos de resignação conjugal. Aos sábados entre o berro da ausência de café na mesa e o cheiro entranhado na pele a refogado (odores da fome e da miséria), aquelas mulheres garantiam uma ou duas boas fodas, dependia das ondas (do cabelo). E assim, estas mulheres todos os dias esperavam incessantemente mais do que um sábado, mais do que prazer, algo que também era uma incógnita. Esperavam, como espera um cego os olhos que encomendou pelo correio. Sem desespero ou ganância. Que sabem as mulheres de desespero?

 

O tempo de espera também é uma incógnita. E lá, ao domingo, vão á Igreja de manhã, e com muita Avé Maria se enchem de fé, mas de uma especial, e com muito Pai Nosso dizem mal do que é e do que não é, e enviam tudo para o caralho, sempre controladas, sempre meio adormecidas.

 

No caminho para casa, a única liberdade que têm, essa e a do pensamento, os seus espíritos enchem-se de coragem. Os seus pés sujos e mal tratados pisam a calçada, donas do Mundo, donas do Nada. Posto que o Mundo não existe…

 

Ao chegarem ao destino, dão de caras com os seus próprios fados que não desaparecem nem mil Avé Marias rezassem, nem mil vezes confiassem na bondade de Vossa Senhora. Levam porrada, porque o almoço atrasou ou simplesmente porque sim. Ficam tão negras…

 

Entre estalos, pontapés, socos, puxões de cabelo, violações, ficam negras… De alma; porque o corpo já está habituado.

 

Posteriormente entopem-se de medicamentos, a seguir nada importa mais, nem as nódoas negras, nem o filho da puta da qual nunca conheceram Amor, nem as crias, nem a Fé, nem a Alma, nem elas, nem as incógnitas, nem Amanhã.


publicado por Filipa às 13:48
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Credibilidade

Será que consegui tirar toda a credibilidade ao meu blog?

 

Gente burra pá...


publicado por Filipa às 17:24
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