Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

O meu...

A melhor maneira de tirar a roupa, é tirá-la sem que se perceba. Disse um senhor há pouco na televisão Brasileira. Espero que os mais críticos não se sintam ofendidos pelo facto de ter proferido a televisão Brasileira, embora não perceba bem porquê, há, com certeza, alguém que vai pensar o que eu penso que vai pensar.

 
Aqui há dias, cheguei a uma conclusão, o meu blog não é um verdadeiro blog. Aliás, é um blog verdadeiro mas á minha maneira, querendo com isto dizer que não tem os objectivos da maior parte dos blogs. É um filipablog, ou o que quer que seja, é meu e tenho o direito de escrever aquilo que me aptecer, com erros ou sem erros, coisas parvas ou não e até merda. Assim, também espero ter esclarecido outras possíveis críticas. Não é que não goste de críticas, do que eu não gosto, é de ser mal interpretada!
 
Hoje, como se pode constatar, tive a necessidade de escrever sobre várias coisas de uma maneira nada ramificada. Simples e espero que exacta, pelo menos vou tentar! E como tenho proferido várias vezes, o verbo tentar é muito controverso. Aliás, o que mais tenho feito ultimamente é repetir pensamentos em voz alta. Mas não há problema absolutamente nenhum, porque afinal de contas, pensamentos positivos atraem coisas positivas. Será uma maneira de me convencer?
 
Sem qualquer assunto em especial, sem nada pensado, se faz um texto, que não espero que ninguém leia, apenas espero ter prazer. E vim a descobrir que prazer é o que procuro mais na vida. Tudo em função de prazer, até as coisas que há primeira vista não me chamariam á atenção para qualquer tipo de prazer. Mas é o que busco, se calhar, mais que felicidade, o que até pode ser estranho.
 
Estranho e estranheza, são assuntos muito interessantes também! Não sei explicar porquê, mas reparei que de vez em quando, digo às pessoas que conheço bem, que são estranhas com um ar de surpresa como se as tivesse acabado de conhecer, e mais estranho, como não soubesse que elas são assim mesmo, estranhas! É bom? É mau? É complexo e isso é bom! Sim, é bom! Podes continuar com o Novo Testamento no bolso do casaco que eu aprovo (embora não tenha nada a aprovar), e acho graça!
 
A melhor maneira de tirar a roupa, é tirá-la sem que se perceba. Eu disse, que ultimamente sofria de repetitividade. Mas gosto desta frase. Tem muitas conotações. Não pensem, os marotos, que não quis ser subjectiva. Realmente, concordo com ela, não é que seja adepta da descrição, mas sem que se perceba não implica descrição obrigatoriamente, não é?!
 
A verdade é que passo por uma fase complicada! Sabem quando querem muito uma coisa e não podem tê-la? É mais ou menos isto! E embora não esclareça aqui o que me faz falta (e nem sei se é bem falta) posso dizer que não é material. Afinal, isto dos blogs tem sempre um bocadinho de suspanse certo?!
 
Ultimamente olhar pela janela e fazer o movimento de rotação á cabeça apenas quando vou ao frigorífico buscar um iogurte, não tem sido muito boa ideia. A verdade é que parece que não tenho tido boas ideias ultimamente. Mas esperem, eu não disse ao início que queria exactidão?! Ah esqueci-me, aqui no meu blog quem manda sou eu (eu gosto de mandar) e por isso posso muito bem trocar as ideias ao longo de todo um processo. Sim, no meu blog não existem posts, existem processos. Só escrevo processos. E hoje também mando, que eu é que sou importante. Pronto, escrevo processos e sou importante!
 
E gostava quando via elefantes! Olha, como alguém (que me faz ver as coisa de uma maneira aberta) já me disse anteriormente, foram-se os elefantes ficaram… (qualquer coisa, fica sempre qualquer coisa).
 
Ah! Tenho um recado a dar neste meu processo: Se podia viver sem a Maria Francisca Galante?! Podia…Mas não era a mesma coisa!
 
Conheço uma pessoa, algo importante (pronto vá, muito, que a sinceridade é tudo), que está interessada em comprar o manual de como passar sem efeitos colaterais de pêga a puta em 7 dias. Se alguém conhecer outro alguém que possa passar simpaticamente o legado faça favor de me contactar: 918047821.
 
Ah, aqui para nós que ninguém lê, se for o Fernando Alvim, também se pode apoderar do número, eu deixo! Sim, eu mando, eu deixo…
 
Adoro, adoro, adoro, adoro…
 
Deixem cá ver mais coisas! (sou mesmo eu, não sou?) Hum… Sobre o Haiti… Vou-me deixar de hipocrisias. Sobre o novo orçamento de estado… Hoje não estou para estas coisas. Ah, se alguém inteligente e realmente dentro do assunto ler isto, gostava mesmo de saber porque é que as companhias aéreas low cost não querem fazer travessias entre Portugal Continental e as Ilhas. A sério, gostava mesmo de saber (visto que não fui eu que tive esta ideia hoje, aqui, neste exacto momento) quais são as razões económicó-políticas (esta expressão existe mesmo, acreditem, e tem tudo a ver) por detrás de tal aberração. É que me encontro mesmo indignada. Pronto, se calhar até não estou assim tanto, mas gostava de saber. Não é preciso ser para já, qualquer dia!
 
Egoísta outra vez, pressão. Pressão é o meu próximo tema deste processo. Pronto estão a sentir?! Pressão… Ah, já sei onde passo o Carnaval de 2010 (adoro traçar o zero a mais na folha de exame que era da década anterior, não sou eu que sou atrasada, a culpa é da secção de folhas do instituto superior técnico que nem merece letras grandes como Pressão). Vou passar o Carnaval a Pias, e acho que a decisão teve bem em parte a ver com o novo anúncio da super bock sem álcool. Perfeito perfeito, seria o anúncio não ser da super bock sem álcool.
 
O meu próximo processo vai ser como uma Filipa na Nova Zelândia, que acho que é onde ela se encontra hoje.
 
Saudações!

publicado por Filipa às 23:03
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Domingo, 17 de Janeiro de 2010

Happy

 

Choro. Riu e sorrio, e de vez em quando volto a gargalhar outra vez. Dou erros ortográficos. Não faço sentido! Digo o que penso. Gosto de comer, de doces e marisco. Gosto de inter-rail. Faço o que quero. Impulsivamente! O momento, sem calmas. Mas também sei esperar. Não tenho vergonha de nada, mas às vezes sou tímida. Não vivo sem música, sem cinema. Não tenho tabus. Nem preconceitos. Não gosto de touradas. Arrisco sem medos. Gosto do hoje e do agora, e vou gostar de amanhã. Atrevo-me a ser diferente. Arrepio-me com a mão no meu cabelo e na nuca. Quero ter filhos. Não quero ser dona de casa. Gosto de cozinhar e de comida congelada. Detesto tarefas domésticas. Vivo no limite. Tenho ciúmes. Não sigo todas as regras. Não sou discreta, e gosto. Gosto de escrever, de ler. Prefiro a praia ao pôr-do-sol. Não gosto de pirosices e odeio ursos de peluche. Gosto de sexo porque me faz bem. Gosto de paixão e de amor. Oh se gosto! Calço sapatos altos e ténis, mas prefiro andar descalça. Sou complicada. Adoro surpresas. Gosto de experimentar coisas novas. Já tive um amante, e não recomendo. Acordo de mau humor. Gosto do cheiro do tabaco nas mãos. Gosto de bebidas alcoólicas. Tenho um dossel. Gosto de mochilas. Pinto as unhas de cores estranhas. Gosto de inteligência e de conhecimento. Não gosto de homens musculados. Mas gosto muito de homens. Conduzo mal. Tenho poucos amigos. Sou vermelho, mas sigo sempre em verde. Adoro vacas. Quero viajar muito. A Nova Zelândia é a minha praia. Falo e falo. Gosto de controvérsia. Adoro genuidade e charme. Grito quando me apetece. Gosto de máscaras e rímel. Gosto de ser magra. Adoro pijamas de flanela. Não sou católica. Sou obstinada. Vou a sex-shops. Gosto de dançar. Sou viciada em café. Sou optimista. Gosto de ti. Canto mal. Adoro o clã da minha vida. Atraem-me pessoas complicadas. Quero dar a volta ao mundo. Não tenho rótulos. Não ligo a futebol. Gosto de saldos. Gosto do bairro alto. Gosto de Pias. A política fascina-me. Não vivo sem perfume. Adoro tomar banho. Ando sem fim. Quero experimentar sexo tântrico. Gosto do cheiro da ganza. Chateio-me com a falta de educação. Não gosto de pessoas chatas. Adoro teatro. Gosto de pessoas fortes. Nunca desisto. Adoro abraços. Acredito em mim. Adoro ser livre. Gosto das coisas simples da vida. Gosto de ser assim! E depois?

 


publicado por Filipa às 00:01
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

Boca do Mundo

Se a chama chega, e ninguém chega à chama, de que vale arder?

Se os livros se escrevem, e ninguém os abre, de que valem as palavras?

Se o tempo avança, e nós não avançamos com ele, de que vale o progresso?

Se o conhecimento se espalha, mas nós não o atingimos, de que vale viver?

Se a verdade é múltipla, e nós temos pouco espaço, de que vale a curiosidade?

Se o barco parte, sem velas, de que serve a maré?

 

Não se mostra o trajecto a quem parte para se perder. Não se dá boleia a quem precisa de ir a pé. E é como quando pensas que estás a chegar e não deste um passo.

 

Onde estou, nada mais pode crescer, eu sou assim, uma fénix a arder, são só os meus erros e toda a minha culpa.

 

Hoje, até o ar anda cansado. Preciso de um enigma para pôr fim ao turpor. Não sei o que me deu, não costumo estar assim, desço a rua que passa rente á boca do mundo. Sinto a vida que passa e os rumores que circulam na boca do mundo. E é tudo o que faço e é todo o meu cansaço. Por fim...


publicado por Filipa às 16:51
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A Terra

Outra vez onde sempre quis estar.

 

Entenda-se que sempre significa um curto espaço de tempo, num passado pouco passado.

 

Outra vez com quem sempre quis estar, a fazer planos com quem sempre quis fazer. Outra vez fora de casa a planear a próxima vez que estarei fora de casa também. Outra vez a pensar na paz deste lugar onde os dias passam entre festas e tranquilidade, onde se come bem, bebe bem, e se é inesquecivelmente bem recebido, com a simplicidade das pessoas que sempre quiseram tanto, sonharam tanto e tornaram a sonhar; onde liberdade foi utopia.

 

Onde os nossos probelmas, lá da confusão, se apagam um pouco e se transformam em dúvidas sobre a hora da próxima fornada. A calma é característica, está enviesada, não sai, nem pode sair. A pronúncia é inquestionavelmente a melhor das definições.

 

Esta Terra tem cheiro, um cheiro tão forte, que a vida se percebe de uma maneira totalmente diferente. As festas aqui são mesmo festas e quase tudo é motivo para. As viúvas andam ençarradas em panos pretos, debaixo de uma grande calma (calor) e falam. Falam do que foi e com muita indignação do que é. O tempo passa e elas recusam-se a acompanhá-lo.

 

A gargalhada é fácil e a graça é superiormente maior aqui. É isso, as pessoas têm mais graça e com isso mais charme. Aqui as loucuras cometem-se sem o peso das responsabilidades. Aqui cometi loucuras! Aqui fui muito Feliz. Muitas gargalhadas, muita dança, muita conversa, música, festas, fogueiras, febras, minis e afins, suor, pessoas, palavras e vida, muita vida.

 

Não é à toa que alguém a chama de Terra Santa!


publicado por Filipa às 16:46
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